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Terapeuta ocupacional desenvolve tecnologia assistiva com impressão 3D

Terapeuta ocupacional desenvolve tecnologia assistiva com impressão 3D
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Conheça a história da terapeuta ocupacional que utiliza a tecnologia assistiva na impressão 3D como ferramenta para melhora na qualidade de vida dos pacientes

Natacha Harumi Ota, de 31 anos, sempre sonhou em trabalhar ajudando as pessoas a cuidar da saúde. Durante o período do vestibular, decidiu optar pelo curso de Terapia Ocupacional na Unifesp, a Universidade Federal de São Paulo. Atualmente, já formada, utiliza a tecnologia de impressão 3D no desenvolvimento de dispositivos e recursos de tecnologia assistiva para ajudar pessoas com deficiência.

A terapeuta ocupacional conheceu a Boa Impressão 3D através dos estudos, pela internet e reviews no Youtube, de como reabilitar pessoas através da tecnologia. Teve o primeiro contato com a impressora 3D num workshop do projeto Mão3D, também parceiro da Boa Impressão 3D. Fez alguns testes, presenciou o quanto era fácil realizar suas impressões 3D e adquiriu uma Stella 2 logo em seguida.

“Percebi o quanto era fácil manipulá-la com uma qualidade incrível, além das vantagens de ter o software pronto e configurado para utilização. Acredito que a Stella 2 seja a impressora ideal para os terapeutas ocupacionais pela facilidade com que se opera a impressora, além do suporte incrível”, explica Ota.

O que é tecnologia assistiva?

A profissional teve o primeiro contato com a tecnologia assistiva, ou seja, englobar recursos e conhecimentos em prol da ampliação da qualidade de vida e inclusão social de pessoas com deficiência, ainda durante os estágios curriculares. Iniciou a carreira como acompanhante terapêutica de um criança com diagnóstico de autismo e não parou mais.

Já passou por hospitais, fez um intercâmbio como bolsista no Japão e, desde 2018, faz mestrado em Engenharia Biomédica na Universidade de Mogi das Cruzes, onde teve o contato com diversas tecnologias, mas a Stella 2 veio para auxiliar os seus pacientes.

A sua primeira impressão 3D foi um dispositivo para um paciente com esclerose lateral amiotrófica, que estava de casamento marcado. “Ele perdeu todos os movimentos do corpo inteiro. Seu desejo era colocar a aliança no dedo da noiva”, relata.

Em apenas uma semana, a terapeuta criou um dispositivo e criou a possibilidade para o seu paciente com a impressão 3D. A história ganhou repercussão e as pessoas começaram a conhecer o seu trabalho.

Dia a dia com a impressora 3D Stella 2

Harumi, além de trabalhar com desenvolvimento e pesquisa numa empresa especializada, ainda atende pacientes, mantendo sempre contato com quem necessita das suas criações.

“Em toda avaliação eu questiono: ‘qual é a sua principal queixa?’, pesquiso muito, tento olhar para outras coisas aleatórias, discuto ideias com amigos e profissionais, também desenvolvo o protótipo, desenho ou peço para qual fazê-lo, e assim nasce o dispositivo ideal”, afirma. Após vários testes e remodelagens, a terapeuta ocupacional treina com o paciente e insiste até atingir o objetivo final.

A sua impressora Stella 2 funciona diariamente. As principais impressões 3D são peças que visam auxiliar em atividades, tida por nós como simples, como vestir-se, alimentar-se o, ter mobilidade e realizar higiene pessoal. Sem nenhum curso específico na área técnica de impressão 3D, Harumi torna através da tecnologia 3D a vida e a rotina dos seus pacientes muito melhor.

E você? Já sabe como incluir a tecnologia 3D no seu dia a dia? Leia mais histórias inspiradoras aqui no Blog da Boa Impressão 3D e inscreva-se na nossa newsletter! Até a próxima!

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